Desde que entrei na faculdade de Direito, em 2006, ouço os “causos” a respeito do Exame de Ordem. E de lá pra cá foram muitos.

O Exame ao qual me submeti – 2010.2 – não foi diferente. O CESPE tinha caído fora e todos esperavam uma melhor atuação da FGV. Foi uma farofada só! Principalmente com os examinandos de 2ª fase de Trabalho e Penal. Optei por Administrativo e me dei bem. Não tive problemas na correção da minha prova.

Naquela ocasião o burburinho sobre Exame da OAB era – e ainda é – enorme. Foi nessa época que criei o blog, e num dos primeiros posts discorri sobre a aplicação de provas de aptidão profissional pelos respectivos Conselhos Profissionais.

Sempre fui a favor da manutenção do Exame da OAB e também da instituição de provas pós-universidade pelos demais Conselhos. Li hoje no Blog Exame de Ordem que o Projeto de Lei 559/2007, de autoria do Deputado Joaquim Beltrão, foi desarquivado.

O referido PL trata da realização de exames de suficiência pelos conselhos de fiscalização profissional, ou seja, a conclusão do curso universitário não garantirá de pronto a atuação do profissional no mercado. Esta atuação estará obstada à realização e aprovação em uma prova, tal como o é o Exame da Ordem dos Advogados do Brasil.

Espero que tudo isso não fique só no projeto. A medida é viável e tende à melhorar a prestação de serviços com a seleção de profissionais mais bem preparados.

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