Há alguns dias uma advogada foi presa em flagrante portando 28 aparelhos celulares em presídio no Rio Grande do Sul.

O presidente daquela Seccional defendeu que deva haver revista dos advogados, mas não apenas deles. Juízes e Promotores também deveriam submeter-se à inspeção em vista do tratamento isonômico que deve existir entre advogados, promotores e magistrados.

A lei 8.906/94 assim dispõe:

“Art. 6º Não há hierarquia nem subordinação entre advogados, magistrados e membros do Ministério Público, devendo todos tratar-se com consideração e respeito recíprocos.”

Em artigo publicado no Conjur (leia a íntegra aqui )  Carlos Alberto Etcheverry sustenta que juízes e promotores não podem ser tratados da mesma forma que advogados uma vez que detêm  a específica atribuição de fiscalizar o cumprimento das penas, motivo pelo qual, eventualmente visitam as prisões, diferente do que ocorre com os advogados, que “têm interesse pessoal na sorte dos apenados, pois com eles mantêm relações de cunho profissional, isto é, remunerada”.

E você, o que acha?

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